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Jornal de Goiás – Secretário de Comunicação desfaz desinformação de parte da imprensa

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Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, secretário Fábio Wajngarten afirmou que não há desvios e nem favorecimento na Secom do Presidente Jair Bolsonaro

O secretário Especial de Comunicação, Fábio Wajngarten, respondeu, nesta quarta-feira (3), durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, à matéria do jornal O Globo que diz que a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) fez dois milhões de anúncios em sites de conteúdo inadequado durante o período de campanha da Nova Previdência. De acordo com Wajngarten, não houve investimento em sites de Fake News por parte da Secom.

“A Secom não será usada dessa forma. A Secom não fez e não fará nenhum investimento em qualquer blog que seja”, afirmou Fábio Wajngarten. O secretário ainda acrescentou que “na Secom do Presidente Jair Bolsonaro não há desvios, não há favorecimento de a, b ou z. A Secom que faço parte preza a tecnicidade e economicidade”.

Sobre a campanha da Nova Previdência, o secretário de Publicidade, Glen Valente, informou que a assertividade foi de 99,5% e o investimento total da campanha foi de R$ 77 milhões. “Se assumirmos que esses 2 milhões de anúncios, que na verdade são impressões, a média de custo de uma impressão é 0.005, ou seja, o máximo assumindo que 100% é verdade, são R$10 mil de uma campanha de R$77 milhões“.

O secretário ainda explicou que o investimento que foi referido na matéria foi utilizado via uma plataforma do Google chamada Adsense, utilizada por agências de publicidade. “A Secom não compra nada diretamente, é um sistema intermediário contratado por técnica e preço. É uma agência de publicidade que faz toda a gestão técnica de investimento e nós somos clientes da agência que é cliente do Google”, completou.

Em nota, a Secom afirmou que já havia informado ao Globo que não patrocina qualquer site ou blog e que cabe à plataforma Google Adsense as explicações pertinentes sobre a ocorrência. Os veículos que constam na lista citada pela matéria foram selecionados pelo desempenho aferido pelo algoritmo do Google, e não pela Secom.

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