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Jornal de Goiás – Congo atingido por um segundo surto simultâneo de Ebola

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As autoridades do Congo anunciaram o surgimento de um novo surto de Ebola na cidade ocidental de Mbandaka nesta segunda-feira (01/06), acrescentando outra epidemia do vírus que se alastra no leste desde 2018.

Seis casos foram identificados, quatro dos quais morreram na cidade, um centro comercial de 1,5 milhão de pessoas no rio Congo, com ligações regulares de transporte para a capital Kinshasa.

Mbandaka fica a 1.000 km de um surto em curso que matou mais de 2.200 pessoas na província de Kivu do Norte, na fronteira com a Uganda, onde os esforços de contenção foram prejudicados por conflitos armados.

O novo surto é o décimo primeiro do Congo desde que o vírus foi descoberto perto do rio Ebola em 1976.

“Temos uma nova epidemia de Ebola em Mbandaka”, informou o ministro da Saúde Eteni Longondo a repórteres. “Vamos enviar rapidamente a vacina e o medicamento”.

O vírus Ebola causa febre hemorrágica e é transmitido através do contato direto com fluidos corporais de uma pessoa infectada, que sofre de vômitos e diarreia graves.

A descoberta no novo surto de Ebola é um grande golpe para a República Democrática do Congo, que sofreu três surtos de Ebola desde 2017. Também está lutando contra o sarampo que matou mais de 6.000 e o coronavírus, que atingiu mais de 3.000 e matou 71.

“Este surto é um lembrete de que o coronavírus não é a única ameaça à saúde que as pessoas enfrentam”, twittou o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde Tedros Adhanom Ghebreyesus.

O Ministério da Saúde estava a dois dias de declarar o fim do surto de Kivu do norte oriental em abril, quando uma nova onda de infecção foi confirmada. Não foram detectados novos casos em mais de 30 dias.

O ebola foi detectado em Mbandaka em 2018, levando a temores de que estaria se alastrando rapidamente por lá ou chegasse a Kinshasa, que abriga 10 milhões de pessoas.

No entanto, o uso de uma vacina e esforços rápidos de contenção, incluindo estações móveis de lavagem das mãos e uma campanha de educação de porta em porta, mantiveram-na afastada.

Redação do Jornal Opinião Goiás.

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