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Jornais de Goiânia – Chile reprime feminicídio contra mulheres grávidas, menores de idade e namoradas

O presidente chileno, Sebastian Pinera, assinou nesta segunda-feira uma lei que fortalece a legislação existente contra o feminicídio, expandindo a definição para incluir a morte de parceiros não casados ​​e aumentando as multas por matar mulheres grávidas e menores.

A lei atual do Chile contra o feminicídio inclui multas entre 15 anos e a vida, mas foi restrita em grande parte ao assassinato de parceiros ou cônjuges. A nova lei expande essa definição e acrescenta multas adicionais por matar uma mulher grávida, uma menor ou uma mulher com deficiência.

A chamada Lei de Gabriela, em homenagem a Gabriela Alcaino, uma jovem morta pelo namorado, envia um “sinal potente, sem ambiguidade, contra qualquer tipo de violência dirigida especialmente às mulheres”, disse Pinera em uma cerimônia de assinatura na presidência de La Moneda. Palácio.

Até agora, em 2020, houve 5 feminicídios cometidos no Chile e 17 tentativas de homicídio de mulheres, segundo estatísticas do governo.

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