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Jornal Opinião Goiás – Extrativistas discutem importância de ordenar a safra da castanha do Brasil

Planejamento evitaria atravessadores

O tema de hoje (11) no Brasil Rural é a respeito do mercado da castanha do Brasil e, nesse aspecto, Lucia Wadt, pesquisadora da Embrapa Rondônia fala que essa amêndoa, antes conhecida como castanha do Pará, agora é chamada de “castanha do Brasil” para ganhar o mercado internacional.

Em acordo de cooperação técnica com a fundação Banco do Brasil, denominado Ecoforte, o projeto castanhal é fruto do esforço coletivo de extrativistas e lideranças comunitárias do Seringal Porvir, localizado na Reserva Extrativista Chico Mendes, município de  Epitaciolândia – AC para a venda e precificação diferenciada da safra da castanha.

Ela explica que os atravessadores (parte da cadeia de comercialização) dificultam a precificação:

Segundo ela: “O maior problema desse mercado da castanha é que ele é muito dinâmico. Começa a safra e começam os preços”.

A gente não sabe quem dita esse preço final, mas, muitas vezes, é definido pelo mercado externo.

 “O próprio produtor fica na mão de quem tá comprando”, destaca Lucia.

Ela afima ainda que há a dificuldade de negociação por parte dos extrativistas e, por isso, a importância de organizar a produção com um bom planejamento da venda da safra.

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