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Jornal de Goiás – Produção de açúcar do CS recua 5,5% apesar de moagem histórica na 2ª quinzena de julho

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Jornal de Goiás - Produção de açúcar do CS recua 5,5% apesar de moagem histórica na 2ª quinzena de julho

A produção de açúcar do centro-sul do Brasil na segunda quinzena de julho somou 2,478 milhões de toneladas, queda de 5,5% ante o mesmo período do ano passado, com as usinas destinando mais cana para a produção de etanol, que tem remunerado mais.

A fabricação da commodity caiu apesar de uma moagem histórica de cana em uma quinzena, informou a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) nesta sexta-feira.

A moagem aumentou 4,25% na segunda quinzena, para 49,7 milhões de toneladas, na comparação com o mesmo período do ano passado, com o tempo mais seco favorecendo os trabalhos em um período considerado o pico da safra.

A Unica afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que no passado o setor já registrou moagem de 50 milhões de toneladas em uma quinzena, mas com 12 usinas a mais em operação — muitas unidades têm sido fechadas por problemas financeiros.

A produção de etanol do centro-sul no período somou 2,65 bilhões de litros na última quinzena de julho, alta de 0,97% ante o mesmo período do ano passado.

As usinas do centro-sul destinaram 37,04% de cana para a produção de açúcar na segunda quinzena de julho, ante 38,35% no mesmo período do ano passado.

O diretor-técnico da União da Unica, Antonio de Padua Rodrigues, ponderou que, apesar do avanço, “a moagem permanece atrasada no acumulado da safra.”

Até 1º de agosto, a quantidade de cana processada segue 2,75% abaixo daquela observada no ciclo 2018/2019, em 307,81 milhões de toneladas.

“Essa retração reflete a moagem no Estado de São Paulo, principal polo produtor de cana-de-açúcar do país, onde segue defasada em mais de 10 milhões de toneladas”, disse Rodrigues em nota.

Até o momento, o volume processado no Estado somou 179,51 milhões de toneladas, ante 190,52 milhões de toneladas em igual período da safra anterior.

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Economistas veem no Focus crescimento e dólar mais altos este ano, Top-5 calcula Selic a 4,25% em 2020

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Economistas veem no Focus crescimento e dólar mais altos este ano, Top-5 calcula Selic a 4,25% em 2020

O mercado passou a ver um crescimento melhor da economia neste ano, elevando também a expectativa para a taxa de câmbio, ao mesmo tempo em que os investidores começam a indicar taxa básica de juros mais alta em 2020.

A pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira mostrou que a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano passou a 1,10%, de 0,99% antes. Para 2020 melhorou a 2,24%, de 2,22%.

A mudança vem na esteira de um resultado mais forte do que o esperado no terceiro trimestre, quando a economia expandiu 0,6% em relação aos três meses anteriores.

Mas ao mesmo tempo a projeção para o dólar subiu a 4,15 reais no final deste ano, de 4,10 reais. Para 2020 também houve ajuste para cima, a 4,10 reais, de 4,01 reais antes.

A pesquisa com uma centena de economistas continua apontando que a Selic deve terminar tanto este ano quanto o próximo a 4,50%. Entretanto, o Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, passou a ver a taxa básica de juros a 4,25% ao final de 2020, de 4,0% no levantamento anterior.

O BC reduziu em outubro a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, a 5% ao ano, e indicou com clareza que deverá repetir a dose em sua próxima decisão, nesta semana.

Para a inflação, também houve alta relevante na projeção para este ano, a 3,84%, de 3,52% na semana anterior. Mas para 2020 permanece a conta de alta do IPCA de 3,60%.

O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25% e de 2020, de 4%, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

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Brasil desce mais uma posição em ranking de IDH da ONU ficando em 79º lugar

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O Brasil se manteve praticamente estagnado no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) compilado pela ONU em 2018, perdendo uma posição no ranking e passando a ocupar o 79º lugar entre os 189 países pesquisados, informou o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) nesta segunda-feira.

O IDH do Brasil foi de 0,761 em 2018 ante 0,760 em 2017, quando o país ficou em 78º lugar, de acordo com uma revisão dos dados do ano passado. O ranking foi novamente liderado pela Noruega, considerado o país de maior desenvolvimento humano do mundo, com IDH de 0,954 — a avaliação vai de 0,0 a 1,0.

Com o 79º lugar, o Brasil é classificado entre os países de alto desenvolvimento humano — aqueles que estão entre o 63º e o 116º lugares no ranking.

Entre os sul-americanos, o Chile é o melhor colocado na lista, em 42º lugar, com IDH de 0,847, à frente da Argentina (48º lugar, com IDH de 0,830) e do Uruguai (57º, com IDH de 0,808). Esses três países ficaram entre aqueles classificados como tendo muito alto desenvolvimento humano.

Atrás da Noruega na liderança do ranking aparecem outros três países europeus —Suíça, Irlanda e Alemanha—, enquanto as quatro últimas posições da lista são ocupadas por países africanos: Sudão do Sul (186), Chade (187), República Centro-Africana (188) e Níger (189).

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Bolsonaro diz que mesmo que a Argentina tenha um novo presidente o comércio continuará igual

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Bolsonaro diz que mesmo que a Argentina tenha um novo presidente o comércio continuará igual

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que o comércio do Brasil com a Argentina continuará da mesma forma após a posse do presidente eleito Alberto Fernández no país vizinho nesta semana.

“Nosso comércio com a Argentina continua sendo da mesma forma, sem problema nenhum, não vai se mexer em nada”, disse Bolsonaro em breve entrevista a jornalistas na saída do Palácio da Alvorada, ao ser questionado sobre a posse de Fernández.

Durante o fim de semana o presidente decidiu não enviar nenhuma representante do governo brasileiro à posse de Fernández, um peronista que derrotou o atual presidente de centro-direita, Mauricio Macri, nas eleições deste ano na Argentina.

Bolsonaro enviaria o ministro da Cidadania, Osmar Terra, para a cerimônia, mas decidiu não mandar nenhum representante oficial, de acordo com uma fonte — apesar da importância da relação comercial entre os dois países.

Os dois líderes trocaram hostilidades recentemente, o que representa uma ameaça em potencial a relações comerciais que chegaram a 27 bilhões de dólares no ano passado.

Bolsonaro classificou Fernández e seus apoiadores como “bandidos de esquerda”, e o argentino reagiu dizendo que o presidente brasileiro é “misógino” e “racista”.

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