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Jornal de Goiás – Governo determina estudos para abertura do mercado livre de eletricidade

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Jornal de Goiás - Governo determina estudos para abertura do mercado livre de eletricidade

Portaria do Ministério de Minas e Energia publicada nesta sexta-feira determina que deverão ser realizados estudos sobre medidas regulatórias necessárias para permitir a abertura do mercado livre para os consumidores com carga inferior a 500 kW, a partir de 1º de janeiro de 2024.

O mercado livre de eletricidade, no qual clientes com maior demanda, como indústrias, podem negociar contratos de energia diretamente com geradores e comercializadoras, exige carga acima de 0,5 MW para adesão, mas o governo tem falado em eventualmente reduzir gradualmente esse limite, em meio a planos para uma reforma na regulamentação do setor.

Atualmente, empresas com carga entre 0,5 MW e 2,5 MW são autorizadas a operar no mercado livre como “consumidores especiais”, o que obriga a compra de energia proveniente de fontes renováveis, mas esse limite deverá ser alterado gradualmente, segundo a proposta do governo.

O governo ainda abriu consulta, por 15 dias, para aprimoramento da proposta.

Segundo a mesma portaria, a partir de 1º de janeiro de 2021, os consumidores com carga igual ou superior a 1.500 kW, atendidos em qualquer tensão, poderão optar pela compra de energia elétrica a qualquer concessionário, permissionário ou autorizado de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional.

A partir de 1º de julho de 2021, os consumidores com carga igual ou superior a 1.000 kW também terão a mesma opção, assim como isso deverá ocorrer, a partir de 1º de janeiro de 2022, para consumidores com carga igual ou superior a 500 kW.

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Economistas veem no Focus crescimento e dólar mais altos este ano, Top-5 calcula Selic a 4,25% em 2020

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Economistas veem no Focus crescimento e dólar mais altos este ano, Top-5 calcula Selic a 4,25% em 2020

O mercado passou a ver um crescimento melhor da economia neste ano, elevando também a expectativa para a taxa de câmbio, ao mesmo tempo em que os investidores começam a indicar taxa básica de juros mais alta em 2020.

A pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira mostrou que a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano passou a 1,10%, de 0,99% antes. Para 2020 melhorou a 2,24%, de 2,22%.

A mudança vem na esteira de um resultado mais forte do que o esperado no terceiro trimestre, quando a economia expandiu 0,6% em relação aos três meses anteriores.

Mas ao mesmo tempo a projeção para o dólar subiu a 4,15 reais no final deste ano, de 4,10 reais. Para 2020 também houve ajuste para cima, a 4,10 reais, de 4,01 reais antes.

A pesquisa com uma centena de economistas continua apontando que a Selic deve terminar tanto este ano quanto o próximo a 4,50%. Entretanto, o Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, passou a ver a taxa básica de juros a 4,25% ao final de 2020, de 4,0% no levantamento anterior.

O BC reduziu em outubro a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, a 5% ao ano, e indicou com clareza que deverá repetir a dose em sua próxima decisão, nesta semana.

Para a inflação, também houve alta relevante na projeção para este ano, a 3,84%, de 3,52% na semana anterior. Mas para 2020 permanece a conta de alta do IPCA de 3,60%.

O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25% e de 2020, de 4%, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

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Brasil desce mais uma posição em ranking de IDH da ONU ficando em 79º lugar

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O Brasil se manteve praticamente estagnado no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) compilado pela ONU em 2018, perdendo uma posição no ranking e passando a ocupar o 79º lugar entre os 189 países pesquisados, informou o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) nesta segunda-feira.

O IDH do Brasil foi de 0,761 em 2018 ante 0,760 em 2017, quando o país ficou em 78º lugar, de acordo com uma revisão dos dados do ano passado. O ranking foi novamente liderado pela Noruega, considerado o país de maior desenvolvimento humano do mundo, com IDH de 0,954 — a avaliação vai de 0,0 a 1,0.

Com o 79º lugar, o Brasil é classificado entre os países de alto desenvolvimento humano — aqueles que estão entre o 63º e o 116º lugares no ranking.

Entre os sul-americanos, o Chile é o melhor colocado na lista, em 42º lugar, com IDH de 0,847, à frente da Argentina (48º lugar, com IDH de 0,830) e do Uruguai (57º, com IDH de 0,808). Esses três países ficaram entre aqueles classificados como tendo muito alto desenvolvimento humano.

Atrás da Noruega na liderança do ranking aparecem outros três países europeus —Suíça, Irlanda e Alemanha—, enquanto as quatro últimas posições da lista são ocupadas por países africanos: Sudão do Sul (186), Chade (187), República Centro-Africana (188) e Níger (189).

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Bolsonaro diz que mesmo que a Argentina tenha um novo presidente o comércio continuará igual

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Bolsonaro diz que mesmo que a Argentina tenha um novo presidente o comércio continuará igual

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que o comércio do Brasil com a Argentina continuará da mesma forma após a posse do presidente eleito Alberto Fernández no país vizinho nesta semana.

“Nosso comércio com a Argentina continua sendo da mesma forma, sem problema nenhum, não vai se mexer em nada”, disse Bolsonaro em breve entrevista a jornalistas na saída do Palácio da Alvorada, ao ser questionado sobre a posse de Fernández.

Durante o fim de semana o presidente decidiu não enviar nenhuma representante do governo brasileiro à posse de Fernández, um peronista que derrotou o atual presidente de centro-direita, Mauricio Macri, nas eleições deste ano na Argentina.

Bolsonaro enviaria o ministro da Cidadania, Osmar Terra, para a cerimônia, mas decidiu não mandar nenhum representante oficial, de acordo com uma fonte — apesar da importância da relação comercial entre os dois países.

Os dois líderes trocaram hostilidades recentemente, o que representa uma ameaça em potencial a relações comerciais que chegaram a 27 bilhões de dólares no ano passado.

Bolsonaro classificou Fernández e seus apoiadores como “bandidos de esquerda”, e o argentino reagiu dizendo que o presidente brasileiro é “misógino” e “racista”.

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