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Agronegócio

Jornal de Goiás – Brasil suspende embarque de carne à China por caso atípico de vaca louca, diz exportador

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Jornal de Goiás - Brasil suspende embarque de carne à China por caso atípico de vaca louca, diz exportador

O Ministério da Agricultura do Brasil suspendeu exportações de carne bovina do país à China após a confirmação de um caso atípico de doença de “vaca louca” em Mato Grosso, afirmou nesta segunda-feira o representante de uma importante empresa exportadora.

A suspensão é uma medida preventiva que atende ao protocolo sanitário entre os dois países, segundo a pessoa, que falou na condição de anonimato porque não está autorizada a dar entrevistas.

A medida, nesta segunda-feira, acontece em momento em que frigoríficos brasileiros confiavam na expansão do número de plantas autorizadas a vender para a China, informou mais cedo nesta segunda-feira o jornal Valor Econômico.

A fonte disse que os exportadores foram formalmente informados pelo governo sobre a suspensão na manhã desta segunda-feira.

Procurado, o Ministério da Agricultura não pôde comentar de imediato a reportagem.

Agronegócio

Ministra prevê safra recorde e aumento dos investimentos na pecuária em 2020

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Ministra prevê safra recorde e aumento dos investimentos na pecuária em 2020

As perspectivas da agropecuária do Brasil são positivas para 2020, com expectativa de safra recorde de grãos após uma melhora climática e mais investimentos no setor pecuário, disse a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, durante evento em Brasília.

O atual mercado de pecuária, marcado por preços recordes da arroba bovina em novembro, permitirá que os produtores invistam no negócio para aumentar a produtividade, permitindo que os consumidores do país e do exterior sejam mais bem atendidos, disse

“Estamos vivendo um momento de transição, muito bom, e é bom que os pecuaristas agora possam investir mais no seu negócio, melhorar o desfrute do nosso rebanho, produzir uma quantidade maior de proteínas, porque mundo está ansioso por essa proteína, não só do Brasil, mas do mundo todo, pelo problema que vive hoje o mercado chinês…”, disse Tereza, referindo-se às maiores importações da China, para preencher uma lacuna em seu mercado deixada pela peste suína africana.

Segundo a ministra, a peste suína africana, que reduziu drasticamente as criações chinesas, “tem mudado o cenário internacional de proteínas”.

Os preços da arroba bovina no Brasil, por exemplo, subiram mais de 35% em novembro, para mais de 230 reais, ainda que tenham recuado 5% no acumulado de dezembro, com consumidores brasileiros buscando outras opções após a carne ficar cara.

Uma grande safra de grãos, matéria-prima para a alimentação animal, pode ajudar o Brasil e lidar com a maior demanda por carnes.

Comentando as perspectivas no Agro Cenário 2020, evento promovido pela Aprosoja e Corteva Agriscience, a ministra disse que o país terá uma “grande safra” diante da regularização das chuvas.

“Agora, o tempo, as chuvas, regularizaram-se, e a gente espera que continue bem e que vamos bater outro recorde. O Brasil vai continuar sendo celeiro de grãos e proteínas para o Brasil e para o mundo”, frisou Tereza.

Em evento paralelo em Brasília, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estimou que o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Brasil deverá crescer 9,8% em 2020 em relação a 2019, para 669,7 bilhões de reais, com maior impulso do setor pecuário, ainda que a agricultura também deva ter um salto com expectativa de safra recorde.

Questionada sobre o andamento das negociações com os Estados Unidos para a retomada de compra de carne bovina in natura pelos norte-americanos, Tereza evitou dar prognósticos.

“Os Estados Unidos são importantes como mercado referência. (Há) outros mercados nos quais estamos prospectando. Essas coisas são lentas, demoram a acontecer. Nada para, tudo continua”, resumiu.

Ela também destacou, pelo tamanho do rebanho brasileiro, que todos os mercados comerciais são prioritários para o país.

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Agronegócio

Setor de carnes do Brasil pode enfrentar escassez de milho, diz Aprosoja

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Setor de carnes do Brasil pode enfrentar escassez de milho, diz Aprosoja

A indústria de carnes do Brasil precisa se organizar e realizar compras antecipadas de milho para não enfrentar escassez do cereal em 2020, diante de crescente demanda global pelo grão brasileiro, disse nesta quarta-feira o presidente de uma importante associação de produtores do país.

O Brasil deverá colher uma grande safra de milho em 2020, mas o país poderá ter oferta menor em alguns momentos, antes da colheita, uma vez que as exportações têm sido recordes e há uma forte demanda da indústria de carnes, diante de maiores importações pela China.

A primeira safra de milho do Brasil está atrasada ante a temporada anterior e deverá entrar no mercado, nos principais Estados produtores, mais tarde, com grande parte sendo colhida em março de 2020. Da mesma forma, a segunda e maior safra do cereal do país, ainda chamada de “safrinha” por muitos, também deve chegar mais tarde em relação a 2019, somente a partir de meados do ano que vem.

“Poderá sim (faltar), se a indústria brasileira, principalmente a produção de aves, suínos, se não se organizar, comprar esse milho antecipado, entrar nos mercados futuros”, disse o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), Bartolomeu Braz Pereira, ao ser questionado por jornalistas durante evento em Brasília.

O milho é o principal componente da ração animal destinada a criações de suínos e aves, principalmente, uma vez que a maior parte dos bovinos do Brasil é criada a pasto.

Para ele, a indústria de carnes do país precisa ajudar no financiamento ao agricultor, que assim poderia investir mais no setor.

“Esse milho poderá ter outro destino, estamos vendo a demanda mundial, a situação crescente, o Brasil sendo protagonista disso aí. Acho então que temos que preparar nossa agroindústria, produção de carnes aqui, aves e suínos, para entrarmos nesse mercado antecipado, para ele não perder esse produto para outros países”, acrescentou.

Conforme especialistas, o mercado de milho no Brasil será apertado no início de 2020, o que tem deixado cotações atuais no mercado brasileiro nos maiores patamares desde agosto de 2016 (valores nominais), segundo reportagem da Reuters publicada na véspera.

As expectativas são de que o Brasil exporte volumes recordes se mais de 40 milhões de toneladas de milho em 2019, mas isso acontecerá não somente por causa da quebra de safra dos Estados Unidos, mas porque o cereal do Brasil tem “teor de proteína até melhor que os outros” e é mais competitivo, comentou o presidente da Aprosoja, cujos associados também são produtores de milho, em geral na segunda safra.

“O nosso milho foi mais acessível. Então tem entrado em mercados, Vietnã (por exemplo), e tem trazido concorrência maior. Vemos, neste momento, que tivemos uma grande safrinha no ano passado, a segunda safra, mesmo assim a demanda mundial foi maior…” acrescentou ele, lembrando que o país tem tido também uma demanda adicional da crescente indústria de etanol.

“Temos várias plantas (de etanol de milho) já iniciando, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, regiões centrais com dificuldades na logística. O consumo de milho para etanol tem aumentado…”, acrescentou Pereira.

O dólar firme frente ao real, que torna o produto brasileiro mais competitivo, também é outro fator que sustenta preços, completou o dirigente da Aprosoja.

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Agronegócio

Agronegócio Notícias – Preço das carnes bovina e suína sobe e valor do frango fica mais competitivo

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Agronegócio Notícias - Preço das carnes bovina e suína sobe e valor do frango fica mais competitivo

Agronegócio Notícias – O professor Argemiro Brum, da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí) apresenta o cenário para os principais produtos agrícolas: arroz, feijão, soja, milho e carnes.

O arroz continua com tendência de alta no Rio Grande do Sul devido a desvalorização do real, o que aumenta o ganho com as exportações do produto. O saco de 50 kg fechou em Santa Catarina a R$ 42,00 e, em São Paulo, o saco de 60 kg a R$ 59,00. Já o feijão, especialmente o carioca, fica com o preço firme. Nas praças nacionais, o feijão carioca fechou com o valor entre R$ 260 e R$ 300 para o saco 60 kg, enquanto o feijão preto bateu entre R$ 140 e R$180,00.

Argemiro explica que a dificuldade de abastecimento está provocando um aumento expressivo no valor do boi gordo e também da carne suína. No Triângulo Mineiro, a arroba está R$ 194,00 e, em Goiânia, R$ 205,00. O suíno também teve alta; o quilo vivo fechou em R$ 5,35 no Distrito Federal.

Para a carne de frango, diante do aumento do valor da suína, o preço ficou mais competitivo. As médias do quilo vivo iniciaram o mês de novembro em R$ 3,16 no Paraná e em R$ 3,00 no Rio Grande do Sul.

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