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Especial com Alcivando Lima – MANDE OUTRO SAMBA AÍ, STANISLAW PONTE PRETA

“O cérebro é uma coisa maravilhosa, todos deveriam ter um.” Edvan Antunes.

Cansamos de ver populações da África, da Ásia catando comida no lixo e agora assistimos, impassivos, a mesma coisa aqui na nossa sul América. Como não foi construído (ainda) um muro, as linhas que nos delimitam, não impedem que testemunhemos essa degradação humana num país de riqueza versátil como a Venezuela, governada pelo polêmico presidente por Nicolás Maduro.

Segundo o site de notícias BdF (Brasil de Fato), reportagem de Fania Rodrigues em 2017, a Venezuela reivindica Certificação da Segunda Maior Reserva de Ouro do mundo, além de ser a primeira em reserva de petróleo do planeta.

Se somarmos a riqueza do metal de tonalidade amarela mais a riqueza do ouro negro, a Venezuela poria no chinelo os demais países produtores de petróleo do mundo todo, com sua reserva calculada em 297,7 bilhões de barris contra o segundo colocado com 265,9 da Arábia Saudita e em Caracas teríamos o dobro dos edifícios exóticos que tem hoje o mundo árabe e seu povo estaria no topo de ter suas extravagâncias com suas limusines e palácios dourados, sua gente andando e comendo nos trinsquis e o lago Maracaibo seria a primeira maravilha do mundo burilada pelo homem.

China e Rússia dão apoio irrestrito ao esquisito Nicolás Maduro por que sua estrambótica forma de dançar exerce um fascínio irresistível no Putin e nos Xi Jiping e Li Keqiang ou pelo bigodon de quem engoliu um passo-preto deixando suas asas de fora?

Enquanto russos e chineses apóiam Maduro pelos seus lindos olhos e o mais espetacular bigode do mundo, aproveitam para explorar suas riquezas com o povo catando e comendo lixo. Daí vem o Trump, engabelando o Brasil e a Colômbia, dizendo que eles ficarão bem na foto se descerem o porrete no Maduro e coisa e tal, por que a liberdade de ir e vir tem que ser respeitada de pleno, enquanto briga com o parlamento norte americano que não quer lhe dar a bufunfa para construir o muro que impede a invasão de milhões de pobres cucarachas no seu reino de bem aventurança, resolvi apelar para o saudoso Stanlislaw Ponte Preta, para, da sua morada no céu, compor outro samba do afro-descendente da idéia fraca, (não sou besta de falar samba do crioulo doido e ser, incontinentemente, processado pelos vigilantes do politicamente incorreto, eu, heim!!) E quando chegar a hora, quero ascender ao mundo das celestiais criaturas, por ter conseguido cantar e não ter arrancado gargalhadas do povo, por causa da minha voz de taquara rachada nesta nossa desafinada orquestra brasileira.

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