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Especial com Alcivando Lima – DEEM ESPAÇO PARA OS LIVROS

“Ame a vida porque é curta, ame os amigos porque são poucos, ame a Deus porque é Único.” Hamilton Alves Machado – advogado, professor, articulista e mestre em teologia

Lembrando do nosso presidente brandindo o lema de armar o cidadão comum para este se defender de bandidos de todos os calibres, fez com que eu, na minha crença pueril, tivesse o topete de sugerir que se monte outra estrutura para ensinar, educar e deleitar a geração atual para que as vindouras cheguem sem o gene das iniqüidades que preocuparam Pitágoras e levou-o a dizer “Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens” ou “Educação não tem preço, sua falta tem custo” ditada por Antonio Gomes Lacerda e postada em sites da internet. O governo — federal, estadual e municipal — se aplicar recursos de monta na área da educação, terá o retorno com cidadãs e cidadãos fazendo uso de todas as ciências adquiridas nos livros e no intercâmbio sócio-cultural com potências mundiais. A geração apta a promover todo tipo de ação benéfica, está desnorteada no meio do tiroteio para se conseguir riqueza material que, logo depois tornará castelos em ruínas abraçados pelas lianas recobrando o que a natureza perdeu para as florestas de concreto, aço e vidro. Não se vê, apesar do esforço de muitos professores e professoras, incentivo ou exortação à leitura.

Poucos sabem que o poeta e romancista Bernardo Élis, foi o primeiro e único goiano a entrar para a Academia Brasileira de Letras. O etegeano e poeta Gabriel Nascente, postula vestir o fardão dos imortais. Se depender da torcida deste humilde escriba e de todos os goianos, você, querido vate goiano, em breve envergará o uniforme composto de calça, casaca bordada com fios de ouro, chapéu com plumas e a espada.

É dever de todos os municípios brasileiros e, notadamente os goianos, terem sua história contada em livros. O entusiástico patrono e ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Freud de Melo, deu o exemplo, contando em seu livro Aparecida de Goiânia do Zero ao Infinito, todos os aspectos históricos da antiga Goialândia, hoje a megalópole Aparecida de Goiânia. Julgo que o atual prefeito, o jovem e dinâmico Gustavo Mendanha, a título de informação histórica e cultural, adotará esse livro em todas as escolas primárias, médias, superiores e em todas as bibliotecas públicas e privadas do município para fazer jus ao apotegma: “Quem lê mais, pergunta menos”, acrescentando autores goianos (suas obras são vastas para tão pouco espaço) que deverão ser lidos pelos habitantes e estudantes de todos os níveis. São escritos de uma abrangência universal e que jamais deverão passar despercebidos por nós, seus conterrâneos. Das centenas desses escritores, destaco alguns nesse exíguo espaço: Bernardo Élis, Batista Custódio, Gabriel Nascente, Brasigóis Felício, Aidenor Aires, os irmãos José e Gilberto Mendonça Teles, Marieta Teles, Freud de Melo, José J. Veiga, Ubyratan Fernandes Rosa, Walter Massi, Alberico Athayde Cavalcante, Cora Coralina, Hugo de Carvalho Ramos, Bariani Ortêncio, Carmo Bernardes, Eli Brasiliense, Pedro Gomes, José Décio Filho, Regina Lacerda, Hugo Zorzetti, Eduardo Jordão, Leda Selma, Maria do Rosário Cassimiro, Darcy Denófrio, Yêda Schmaltz, Rosarita Fleury, Modesto Gomes e muitas centenas de outros magníficos autores que vão do popular ao clássico, entretendo, ensinando e emocionando de forma atemporal, seus leitores ou ouvintes quando declamados. Portanto, além das armas(?), abramos espaço para se ter quatro, quarenta ou milhares de livros dentro de casa.

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