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Estado de Goiás: Coordenadora de escola que foi agredida disse que a própria filha da agressora a salvou pedindo ajuda

Estado de Goiás: Coordenadora de escola que foi agredida disse que a própria filha da agressora a salvou pedindo ajuda
Jornal Opinião Goiás
Estado de Goiás: Coordenadora de escola que foi agredida disse que a própria filha da agressora a salvou pedindo ajuda
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Estado de Goiás: Coordenadora de escola que foi agredida disse que a própria filha da agressora a salvou pedindo ajuda.  O caso ocorreu na última terça (5), no Colégio Estadual Dona Iayá, em Catalão

Jornal Opinião Goiás: 12/09/2017 – 10:21

A coordenadora da Escola Estadual Dona Iayá, Vanessa Bittencourt, agredida pela mãe de uma estudante depois de chamá-la para conversar sobre o comportamento inadequado da filha, disse que a própria aluna a salvou em Catalão – Goiás. Ela contou que a adolescente “se desesperou” e “pediu ajuda”.

“Ela levantou, me empurrou, cai e bati a cabeça no chão. Ela veio sobre mim com toda força, puxou meus cabelos e começou a bater na minha cabeça contra o chão. Quem entrou no desespero e viu a terrível agressão era sua própria filha, que começou a pedir ajuda “.

“Eu tenho que levantar a cabeça e acho que não devemos agir desse jeito a qualquer momento com ninguém”, disse a professora.

O caso ocorreu na última terça-feira (5), no Colégio Estadual Dona Iayá, em Catalão. Com o incidente, dezenas de moradores tomaram medidas em defesa da coordenadora e pediram uma punição para a mãe suspeita de agressão.

A coordenadora fez a denúncia, alegando que foi agredida pela mãe da aluna, mas, de acordo com a Polícia Civil, a mãe da aluna afirmou que ela também foi vítima de lesões. A briga apenas terminou depois que dois professores as separaram.

“A coordenadora disse que a mãe a chamava de incompetente, que não sabia como lidar com uma adolescente e ela começou a bater, puxar o cabelo, dar tapa e bater a cabeça dela contra o chão. A mãe estava em cima, e a coordenadora tentou se levantar e não podia “, disse o delegado responsável pelo caso, Vagner Sanchez Pedroso.

Não há imagens das lesões alegadas pela mãe, mas ela disse à polícia que ela tinha roupas rasgadas e que sofreu ferimentos em seus braços e seios. “A mãe inverteu a situação e disse que a coordenadora que começou a xingá-la”, esclareceu Pedroso.

O delegado registrou um Ajuste de Termo de Conduta (TCO) em que ambas são vítimas e autoras. Elas passaram por um exame de corpo delito, mas os laudos ainda não foram finalizados.

Segundo a polícia, a mãe e a coordenadora passarão por uma audiência no Judiciário em outubro / 2017. Na data, os resultados dos exames devem ser apresentados e quatro testemunhas devem ser ouvidas.

Em um comunicado, a Secretaria Estadual de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) disse no momento que aconteceu a briga, que está colaborando com as investigações e realiza um programa chamado “Repacificar”, precisamente para promover a paz dentro das instituições educacionais.

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Colégio Estadual Dona Iayá

 

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