Atriz Viviane Araújo

Atriz Viviane Araújo estreia nos palcos a personagem sensual Lili Carabina

Atriz Viviane Araújo estreia nos palcos a personagem sensual Lili Carabina
Jornal Opinião Goiás
Atriz Viviane Araújo estreia nos palcos a personagem sensual Lili Carabina
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Atriz Viviane Araújo estreia nos palcos a personagem sensual Lili Carabina. Lili é uma mulher sensual, conduzida pela vingança, após a morte de seu marido

12/08/2017 – 16:27:46

A atriz Viviane Araújo em noite de glamour fez sua estreia nos palcos com a personagem “Lili Carabina”, do escritor e dramaturgo Aguinaldo Silva, no Teatro Jaraguá, em São Paulo.

Sobre Lili

No espetáculo que é baseado no romance “Lili Carabina: Retrato de uma Obsessão – Lili é uma mulher sensual, conduzida pela vingança, após a morte de seu marido, ela abandona a vida de uma simples dona de casa e entra no crime para se vingar e pronta para matar.

Atriz Viviane Araújo estreia nos palcos a personagem sensual Lili Carabina

Reprodução

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Elenco

Viviane Araújo

Mateus Carrieri

Alex Gruli

Higor Vasconcelos

Cleber Colombo

Yuri Martins

Maciel Silva

Fernando Neves

Leôncio Moura

Arnaldo D’avila

 

Tome nota

Djanira Ramos Suzano

Djanira Ramos Suzano, conhecida pelo pseudônimo de Lili Carabina, Djanira Metralha ou Djanira da Metralhadora, era um assaltante de bancos no Brasil, infame notória nos anos 1970 e 1980 por participar de uma gangue que usava fantasias em suas ações criminosas. Djanira, em particular, usava uma peruca loira, maquiagem pesada, óculos de sol e roupas apertadas para seduzir os guardas de segurança das agências, enquanto os seus interlocutores chegavam para realizar o roubo. Ela ganhou o apelido de seus próprios cúmplices, apesar de usar pistola de 9mm, não carabina, durante os assaltos.

Ela foi casada pela imposição de seus pais, mas se apaixonou por um traficante e fugiu com ele, tendo os dois primeiros filhos. Ela teria entrado no crime aos 20 anos, quando seu companheiro foi assassinado e ela, em vingança, matou os dois homens. Em 1975, ela se tornou ladrão de banco.

Presa no final da década de 1980 (e condenada a mais de 100 anos de prisão), ela mesmo fugiu seis vezes da prisão. Em 1988, ainda fugitiva, foi baleada na cabeça enquanto tentava pegar uma blitz (transportando armas e drogas) e passou 33 dias em coma. Uma das balas foi alojada em sua cabeça e não foi retirada, e parte do lado esquerdo de seu corpo estava paralisado, forçando-a a usar muletas. Após sua recuperação, Djanira retornou à Penitenciária das Mulheres de Talavera Bruce no Rio de Janeiro, onde se tornou evangélica. Ela deve cumprir sua sentença até 2019, mas ela foi beneficiada com o indulto do Natal de 1999 pelo presidente Fernando Henrique Cardoso por ter diabetes aguda. Ela morreu em liberdade, de infarto, no ano 2000. Ela teve dois filhos e uma filha.

Sua vida foi objeto de duas biografias escritas por Aguinaldo Silva (antes de ser autor de romances, foi repórter policial), Lili Carabina – retrato de uma obsessão e História de Lili Carabina. Estes livros foram adaptados para o cinema no filme Lili, a estrela do crime, de 1989, com Betty Faria no título.

 

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